PONTOS TURÍSTICOS

Estação das docas

Inaugurada em 13 de maio de 2000, a Estação das Docas é um dos espaços que mais refletem a região amazônica. Referência nacional, o complexo turístico e cultural congrega gastronomia, cultura, moda e eventos nos 500 metros de orla fluvial do antigo porto de Belém. São 32 mil metros quadrados divididos em três armazéns e um terminal de passageiros.

O Armazém 1 foi batizado de Boulevard das Artes. O Armazém 2 passou a ser o Boulevard da Gastronomia. E o Armazém 3 é conhecido como Boulevard das Feiras e Exposições. O complexo possui, ainda, o Teatro Maria Silvia Nunes e o anfiteatro do Forte de São Pedro Nolasco.

Museu do Forte do Presépio

Fundada em 1616, a cidade de Belém tem no Forte do Presépio a sua primeira construção. Após os vários usos militares da fortificação e das modificações arquitetônicas que sofreu, o Forte foi revitalizado para uso museológico em 2002. Os circuitos expositivos são: o “Sítio Histórico da Fundação de Belém”, composto pela própria edificação com seus vestígios arquitetônicos e artilharia militar; e o “Museu do Encontro”, que versa sobre o processo de colonização portuguesa na Amazônia em três momentos – pré-contato, contato e resultado do contato. O acervo inclui artefatos líticos e cerâmicos pré-históricos, além da cultura material proveniente das escavações no próprio sítio histórico e seu entorno, bem como artefatos e iconografias de grupos indígenas contemporâneos.

Mercado Ver-o-Peso

Dizem que ir a Belém e não visitar o Mercado Ver-o-Peso é o mesmo que não conhecer a cidade. O local tem a intensidade do Pará nas cores, nos cheiros, nos sons, nas pessoas.

Ali, você encontra centenas de barracas vendendo peixes, ervas medicinais, doces, artesanatos e mais uma infinidade de itens. Aproveite para servir seu paladar com as frutas exóticas da Amazônia e com comidas típicas, como a pescada amarela (peixe da região) frita com creme de açaí, consumida até no café da manhã pelos paraenses, e a maniçoba (prato de origem indígena com folhas de mandioca cozidas por uma semana, também conhecida como feijoada paraense).

Mangal das Garças

Vista do alto não há dúvida. Belém é uma metrópole emoldurada pela floresta. Do chão, em meio à modernidade dos prédios e aridez dos asfaltos, a certeza não é tanta. Ao menos que você esteja no Mangal das Garças, que representa um pedaço de toda a riqueza amazônica em plena cidade, um oásis para os que valorizam a natureza.

O Parque Naturalístico Mangal das Garças foi criado pelo Governo do Pará em 2005 e é o resultado da revitalização de uma área de cerca de 40.000 metros quadrados às margens do Rio Guamá, nas franjas do centro histórico de Belém.

O Museu Paraense Emílio Goeldi é uma instituição de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação do Brasil. Está localizado na cidade de Belém, Estado do Pará, região amazônica. Desde sua fundação, em 1866, suas atividades concentram-se no estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia, bem como na divulgação de conhecimentos e acervos relacionados à região.

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